sexta-feira, 29 de março de 2019

Cultura Digital; Blogquest

Reescrita da postagem do dia disponível em https://lucianestepanskiaprendensina.blogspot.com/2018/06/refletindo-sobre-o-pbworks.html

Como através de pesquisas além das ferramentas digitais explanadas na postagem anterior, descobri que há também o blogquest, então nesta reescrita contribuo com reflexões desta ferramenta, assim como estudos relacionados.


Embora os blogs não tenham sido desenvolvidos para serem usados especificamente na educação; eles são explorados de diferentes maneiras, por estudantes e professores, de todos os níveis de ensino, no processo de aprendizagem. Há também o  blogquest que é muito utilizado por mestrandos em Educação. 
O uso desse ambiente no processo de aprendizagem e´favorável a práticas de exercícios de reflexão com o convite de atividades a serem desenvolvidas pelos leitores de interesse, A importância desta  inclusão, na educação se faz necessária por diversos fatores, mas principalmente na possibilidade de compartilhar materiais de qualidade elaborados por profissionais especializados e que pode ser utilizados por diversas áreas do conhecimento.E estes registros podem ser adaptados por outros profissionais de  acordo com a realidade de alunos que os mesmos possui. Também é interessante frisar que estes materiais estarão sempre a disposição numa ferramenta que é disponível de forma online, podendo ser acessada em qualquer ambiente.
REFERÊNCIA

Blogquest : uma das possibilidades de utilização dos

segunda-feira, 18 de março de 2019

A importância do Blog como ferramenta pedagógica

A reescrita se baseia no fato de apresentar uma ferramenta digital que possa fazer parte do ensino aprendizagem nos dias atuais em que a cultura digital se faz necessária.

A reflexão se dá a partir da utilização deste espaço na sala de aula, na função de professor, podendo interagir com os alunos e entre eles também haja esta interação. Além de ser uma forma de acompanhar o próprio desempenho do educando. Permitindo a utilização de ferramentas digitais para contribuir na elaboração de trabalhos, na construção de pesquisas.
Além de possibilitar esta troca de conhecimento com base em pesquisas, é importante relacionar o fato dos alunos poderem ser protagonistas de suas aprendizagens, terem um espaço para refletir e através da escrita, imagens, vídeos, entre outros, possam colocar em evidencias suas aprendizagens. Existem também o espaço definido como "bloquest" que além de informar, tem por objetivo a interação através de tarefas, desafios, que permitem o auno aplicar seus conhecimentos adquiridos de forma compartilhada.
O termo “blogquest” foi cunhado, no ano de 2003, pela professora Suzana de Souza Gutierrez durante seu mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A blogquest é uma adaptação da “WebQuest”, criada em 1995, pelo professor de Tecnologia Educacional, Bernie Dodge da Universidade de San Diego (San Diego State University) com o auxílio inicial do professor de Tecnologia Educacional, da SDSU/Pacific Bell Fellow, membro da Escola Unificada do Distrito de San Diego (San Diego Unified School District), Tom March.  Dodge (1997) afirma que a WebQuest orienta as pesquisas realizadas pelos estudantes que envolvem informações e recursos disponíveis na internet. Segundo esse autor, elas podem ser classificadas em WebQuest de curto prazo (Short Term) e de longo prazo (Longer Term). O que as diferenciam é o nível de complexidade das atividades propostas, que consequentemente podem ser desenvolvidas pelos estudantes em pouco tempo, um ou dois períodos de aula, ou que exijam maior tempo. 

Referência
Gutierrez, S. (2005) “Weblogs - introdução”

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

O lúdico deve estar sempre presente!


Na escola onde atuo os pais das crianças da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental às vezes  questionam as “brincadeiras” como atividade em sala de aula, no entanto recebi sim, uma boa base de orientação e suporte para conseguir driblar os obstáculos que foram surgindo ao realizar atividades mais didáticas e lúdicas. Não só em relação aos pais, mas também em todo o corpo que compõe a escola. Na temática Ludicidade na Educação, percebemos o quanto o lúdico é importante para a realização satisfatória do trabalho com eficácia nos resultados. As aulas ditas monótonas, que o conteúdo passa ser o tema central; não tem mais espaço nos dias de hoje, as informações estão a cada dias mais rápidas e com muitas tecnologias diferenciadas, então os educando buscam isso e esperam isso de seus educadores. Uma aula mais descontraída e com brincadeiras só tem a ganhar espaço com toda esta garotada dos dias de hoje. incumbência de explicar aos pais a razão das brincadeiras terem sido incluídas nas aulas, não mais se faz necessário pelo resultado satisfatório dos alunos no processo de aprendizagem. eles podem sim, aprender brincando... No meu estágio os alunos tinham disponível perucas, acessórios como óculos, chapéus, entre diversos entretenimentos que sempre nos acompanharam para tornar as aulas mais atrativas, veja a alegria das crianças para registrar esta foto com a Dr. Profa. Luciane Corte Real em uma das oportunidades que tivemos o privilégio de sua visita na orientação de estágio.




"O paraíso mora dentro de uma caixa de brinquedos" Rubens Alves



A relação do estágio e as aprendizagens no PEAD com a literatura Infanto Juvenil

Cada interdisciplina teve um papel fundamental na construção dos Projetos de aprendizagens que elaborei com meus alunos a interdisciplina Literatura Infanto juvenil e Aprendizagens me trouxe o compromisso de buscar leituras que proporcionassem aos meus alunos reflexões sobre comportamento, mas também sobre a possibilidade de se colocar no lugar do outro.

Os textos que trabalhamos  propõe diversas reflexões, entre elas o fato da literatura buscar recursos para trabalhar as diferenças , fazendo com que se construa uma sociedade menos preconceituosa e mais inclusiva. Esse fator deve realmente iniciar desde cedo começando com as crianças, adolescentes e jovens adultos. Porque a discriminação ainda atua na fase adulta de forma agressiva. A postura pedagógica em ter consciência dessa problemática e ir em busca de literatura que abrange estes fatores, é realmente um grande avanço nos dias de hoje, porque a gravidade do bullying, preconceito racial ou social é um fator muito preocupante, devido a incidência de depressão e doenças graves que pode ocasionar. Buscar formas de incentivar a igualdade humana é sim, uma responsabilidade social e também pedagógica. Por isso, as questões temáticas que abrangem estes fatores estiveram presentes no processo de formação do meu estágio.
Zilberman (2005) recorre à experiência de autores como Manuel Bandeira, João Ubaldo Ribeiro e Moacyr Scliar para salientar a importância da leitura na vida adulta, se este processo for iniciado ainda na infância poderemos formar adultos mais reflexivos e mais sensíveis a interpretação da vida de forma mais empática tornando-os mais humanos.



Referencias

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil –gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1997.

AGUIAR, Vera Teixeira de et alii. Era uma vez... na escola: formando educadores para formar leitores. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.

BOCHECO, EloíElisabet. Poesia infantil –o abraço mágico. Chapecó: Argos, 2002.

BUSATTO, Cléo. Contar & encantar. Pequenos segredos da narrativa. Petrópolis: Vozes, 2003.

COLOMER, Teresa. A formação do leitor literário. São Paulo: Global, 2003

FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004.

MACHADO, Ana Maria. Ideologia e livro infantil. In: ___. Contracorrente –conversas sobre leitura e política. São Paulo: Ática, 1999.

___. Como e por que ler os clássicos universais desde cedo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.

PAULINO, Graça; WALTY, Ivete; FONSECA, Maria Nazareth; CURY, Maria Zilda. Tipos de textos, modos de leitura. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.

PRIETO, Heloisa. Quer ouvir uma história? Lendas e mitos no mundo da criança. São Paulo: Editora Angra, 1999.SISTO, Celso. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. Chapecó; Argos, 2001.

ZILBERMAN, Regina. Como e por que ler a literatura infantil brasileira. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.
 

Analisando as primeiras postagens no Blogger

A construção das primeiras postagens no blogger eram bastante pessoais com reflexões mais voltadas para o senso comum com poucas referencias e sem muita conexão com as práticas educacionais, à medida que fui avançando no curso PEAD, minhas postagens foram enriquecendo e ganhando um espaço com reflexões mais críticas e de autoavaliação sobre o ambiente educacional, sempre buscando embasamento teórico e refletindo sobre os planejamentos de sala de aula. Uma preocupação enorme com a construção de planos de aula que favorecessem os alunos e uma grande busca nas leituras oferecidas pelas interdisciplinas para que esta construção viesse a ter exito e reflexo positivo nas aprendizagens. Meu blogger se tornou uma ferramenta de trabalho que me auxilia sempre, pois aqui releio os autores estudados e me inspiro na prática de sala de aula para construir projetos com meus alunos, observando o passo a passo de cada etapa que estudamos e é fundamental para seu desenvolvimento.


.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Contação de Histórias e sua importância

Segundo Vygotsky (1999), a zona de desenvolvimento proximal é um divisor entre o desenvolvimento real, individual, já internalizado e o potencial, o que está em processo de maturação, interpessoal. Assim a criança ao ouvir histórias, se transporta para um mundo onde seus conflitos muitas vezes se assemelham coma leitura, fazendo uma comparação dos personagens com sua própria vida, ou seja, a contação de histórias é um instrumento que auxilia na capacidade de reflexão e desenvolvimento da criança.
Para Vygotsky (1989) é pela interiorização de sistemas de signos, produzidos culturalmente, que se dá o desenvolvimento cognitivo.
A contação de histórias proporciona a criança um entendimento do mundo, favorecendo seu desenvolvimento afetivo, cognitivo e social.

Referências Bibliográficas

Vygotsky , L. S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
Vygotsky , L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

sábado, 3 de novembro de 2018

Construindo um Aplicativo

O aplicativo que estamos desenvolvendo eu e minha colega Tânia  tem como objetivo auxiliar tanto o aluno quanto ao professor, na criação das regras importantes para a melhor construção do conhecimento, por dar possibilidade de avanço nas ideias e compartilhamento de possibilidades para melhorá-los, temos como base de ser um aplicativo com recursos educacionais abertos.
O aplicativo que está sendo desenvolvido abrange o interesse de professores, estudantes e demais interessados na área da Educação. Neste aplicativo será disponibilizado troca de ideias para melhor aperfeiçoá-lo.
Segundo Boll,
Os recursos em formatos digitais abertos, entre eles os que podem ser disponibilizados em tecnologias móveis, podem ser utilizados, redistribuídos, melhorados, revisados, atualizados e remixados por professores/alunos/tutores/gestores, problematizando-os à sua realidade ou aos seus objetivos educadores em qualquer lugar, tempo e espaço que se ofereça para ser usado (BOLL, MELO, 2015).
Baseados nessas informações, podemos caracterizar nosso aplicativo como um recurso educacional aberto.
 Segundo Pretto (2012), os recursos educacionais abertos ampliam o mundo pedagógico muito mais do que ao que tange somente ao nível de informação. Pontuando assim, a função do educador como além de uma postura de ensinar e sim, refletir melhores formas de construir o conhecimento junto a seus alunos.

REFERÊNCIAS

AMIEL, T. Educação aberta: configurando ambientes, práticas e recursos educacionais. In: Recursos Educacionais Abertos... / orgs. Pretto, N.L.; Rossini, C.; Santana, B. São Paulo/Salvador: Casa da Cultura Digital e EDUFBA, 2012, p. 19-31.

BOLL, C. I., RAMOS, W. M., REAL, L. C., Recursos Educacionais Abertos. In: MILL, D. (ORG). Dicionário Crítico de Educação e Tecnologias e de Educação a Distância. Campinas, SP: Papirus, 2018.

PRETTO, Nelson De Luca. Professores-autores em rede. In: Recursos Educacionais Abertos... / orgs. Pretto, N.L.; Rossini, C.; Santana, B. São Paulo/Salvador: Casa da Cultura Digital e EDUFBA, 2012.
Site com tutorial para a construção de APP